
Conheça quais pontos são necessários analisar antes de definir uma plataforma de integração para cuidar dos seus sistemas em um checklist da Integração.
Neste artigo, você vai descobrir como uma plataforma de integração pode otimizar processos, reduzir custos e evitar erros. Além disso, vamos apresentar um checklist essencial com dicas valiosas para garantir que você faça a escolha certa ao decidir qual plataforma de integração utilizar.
Bora conferir e garantir que a comunicação entre seus sistemas seja eficiente e sem complicações!
No artigo de hoje proponho retomarmos a importância de escolher uma plataforma integradora para realizar a comunicação entre seus sistemas. Além disso, você vai entender quais pontos considerar antes da escolha de uma plataforma que integra sistemas.
O objetivo da integração é clara: facilitar a comunicação entre duas ou mais ferramentas. Com a integração elas conseguem trocar informações em tempo real, otimizando o tempo da sua equipe.
E a melhor forma de conquistar essa facilidade é contando com uma plataforma focada em solucionar esse tipo de situação.
Enquanto o seu time interno está desenvolvendo do 0, essas integradoras já tem um know how e oferecem uma solução de qualidade, num tempo efetivamente menor.
É perceptível a redução de custos quando há uma plataforma de integração centralizando as conexões dos seus sistemas, isso porque o seu investimento passa a ser apenas com a plataforma, e não com esforços gigantescos de desenvolvedores internos.
Imagine que seu time acabou de realizar uma integração internamente, mas é a primeira demanda de integração que eles desenvolveram, esse cenário pode favorecer o aumento de falhas nos sistemas, visto que eles não têm experiência no setor.
Com uma plataforma de integração, a comunicação entre as aplicações é certeira, isso porque há uma infraestrutura pensada para evitar qualquer erro durante o processo.
Agora é hora de descobrir o que é preciso considerar para contratar uma boa plataforma integradora. Confira o checklist da integração a seguir:
O primeiro passo, se não o principal do seu checklist da integração, deve ser conhecer o produto. Invista em uma plataforma que te apresente detalhadamente como é o produto dela, como ele pode te ajudar, e seja claro quanto a solucionar suas dúvidas.
Na etapa de implantação é possível entender como a plataforma soluciona a sua dor, desde o tempo para criar os fluxos, quais os dados necessários, quais os impedimentos que podem existir no caminho, entre outras questões. É importante entender se a entrega será rápida e se não interfere nas atividades internas.
Se você deseja ter acompanhamento de uma equipe especialista para resolver qualquer falha e tirar as dúvidas que surgirem em suas integrações, uma das suas exigências do seu checklist da integração deve ser uma empresa que te ofereça suporte em português nos planos sem acréscimo de valor.
Já te fornecemos as informações que vão te ajudar a encontrar uma boa plataforma de integração para solucionar seus problemas, e, para te ajudar ainda mais, temos uma indicação perfeita que cumpre com todos os requisitos do checklist da integração: A FiqOn.
A plataforma de integração de sistemas mais fácil e intuitiva do mercado. Pensando nisso, temos um convite especial para você: que tal conhecer a FiqOn, na prática, e ter a chance de explorar as possibilidades de integração para o seu negócio?
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Conforme a sua empresa cresce, alguns processos precisam ser incorporados para agilizar as operações, seja inserindo mais sistemas de ERP, controle de dados, CRM, entre outros. Por mais que haja melhora de um lado, esse processo afeta diretamente no aumento do trabalho manual, afinal você terá que passar informações de uma plataforma para outra mais vezes.
São nesses momentos que as instituições procuram soluções para evitar processos internos falhos e repetitivos e automatizar essas tarefas, e acabam se deparam com os benefícios da integração de sistemas. Entendendo essas facilidades, há aquelas que tentam integrar seus sistemas de forma interna, já outras procuram terceirizar esse serviço.
Mas no fim das contas? É melhor a integração manual ou terceirizada? Nesse artigo você entenderá qual a melhor forma de realizar esse procedimento.
Existem diversas ferramentas e plataformas criadas com objetivos diferentes, e por isso, não funcionam da mesma forma. Cada uma delas tem o seu papel para o desenvolvimento dos negócios, e exercem suas funções muito bem, porém isoladas.
Você tem vários sistemas inseridos na rotina da sua empresa visando que tudo funcione como o planejado, mas chega um momento que é muito difícil gerenciar com todas elas ao mesmo tempo, são muitas informações para analisar, dados para transferir e organizar e isso acaba dificultando seu trabalho.
Neste momento, a integração de sistemas surge para te auxiliar. Este é um processo que visa conectar diferentes sistemas ou softwares para que eles passem a trocar informações e dados como se fosse um único sistema.
Você permite que duas ou mais ferramentas utilizadas para gerenciar os processos da sua empresa conversem, trocando comandos.
Hoje a integração de sistemas não é uma novidade, e sim necessidade de qualquer empresa que almeja um crescimento exponencial.
Agora que você já entendeu o que é integração de sistemas e decidiu de uma vez por todas inserir esse processo na sua empresa, mas eu tenho certeza que o seu questionamento agora é: será que eu devo pedir para que o meu time interno de desenvolvedores realize a integração entre os meus sistemas ou é mais interessante terceirizar esse serviço e procurar uma empresa especialista no assunto?
A seguir, vamos te explicar a diferença entre a integração manual ou terceirizada para que você opte pela melhor opção para a sua realidade.
Proponho imaginarmos o seguinte cenário: Você precisa integrar o seu ERP com o CRM e decidiu que vai deslocar o seu time interno de desenvolvedores para realizar essa demanda.
Para desenvolver a integração do zero de forma interna, leva em torno de 3 meses, isso de acordo com qual sistema você deseja integrar (alguns setores demoram mais). Esse tempo diz respeito a todo o desenvolvimento da integração, comunicação com a API ou banco de dados dos softwares que você deseja conectar, período de teste e avaliação de efetividade. Caso não funcione como o esperado, o tempo para corrigir as falhas e erros pode ser ainda maior.
O custo provavelmente seria um valor pago a mais (além do salário) ao desenvolvedor para criar a ferramenta. Esses colaboradores geralmente cobram por hora trabalhada, ou seja, é um valor mais elevado.
Esse desenvolvedor também deve dar suporte na ferramenta, que claro, é passível de erros em qualquer momento, então seria um investimento duradouro e contínuo.
Após todo esse processo o seu sistema pode estar funcionando perfeitamente, porém, meses após a sua solicitação. Os problemas de falta de automação que você identificou hoje na sua empresa, perduraram meses até que a sua solução funcionasse.
Aqui imaginemos o mesmo caso: você ainda precisa integrar um CRM com ERP, mas decidiu que procurará uma empresa que forneça o serviço de integração.
O tempo para a empresa entrar em contato com você, entenda a sua demanda e forneça uma solução é muito menor.
Vou te dar o exemplo da FiqOn: a nossa plataforma leva poucas semanas para fazer com que sua integração funcione perfeitamente.
Isso porque seguimos a seguinte rota:
Neste tempo precisa apenas configurar os periféricos, ou seja, API, via banco a banco, compartilhamento de dados eletrônicos e ainda, API.
A empresas especializadas em oferecer o serviço de integração já lidam com demandas vindas de diversos setores todos os dias, assim, para facilitar o trabalho contam com uma série de plugins já conectados, testados e funcionando sem falhas.
Enquanto o seu time interno está desenvolvendo do 0, essas integradoras já tem um know-how gigantesco em integração, por isso, oferecem um serviço de qualidade num tempo efetivamente menor.
As integradoras ofertam seus serviços por meio de mensalidade conforme os planos que a empresa necessitar, seja ele mais básico, expert ou premium. A FiqOn, por exemplo, não cobra por requisições utilizadas, nem setup, você apenas precisará arcar com a integração em si, ou seja, o processo de conectar o sistema A com o sistema B efetuado dentro da nossa plataforma.
Todos os clientes que desejam realizar integrações internamente garantem, sem acréscimo de valor no plano, o acompanhamento de uma equipe especialista para resolver qualquer falha e tirar as dúvidas que surgirem.


Que tal medir o sucesso da estratégia que você aplicou no seu e-commerce? Ou ainda entender se os seus clientes estão satisfeitos com o custo e qualidade do produto que você oferece?
Esta é a função dos KPIs – números que vão ilustrar o que está funcionando e o que o pode ser aprimorado no seu e-commerce.
Neste artigo, você vai conhecer 7 dos KPIs mais utilizados no e-commerce e entender como calculá-los. Continue lendo.

Os KPIs (Key Performance Indicators, na sigla em inglês) dizem respeito a indicadores-chave de performance, métricas essenciais para acompanhar o desempenho de qualquer setor, sendo o foco deste artigo o e-commerce.
A partir desse indicador é possível avaliar praticamente todos os aspectos do seu negócio, entendendo a gestão e planejamento estratégico que você utiliza, se essa estratégia está sendo lucrativa ou é melhor mudar os rumos.
Se tratam de dados quantificáveis, ou seja, números, razões e percentuais matemáticos que trazem informações de períodos e metas específicas.
Analisar taxas, conversões, a receita, cliente e tantas outras métricas é fundamental para a sustentação de qualquer setor, e claro que o e-commerce não ficaria de fora.
Com os dados analisados, fica mais tranquilo para a equipe afetada se reunir, e tomar as decisões em conjunto para resolver aquele problema – entendendo todas as questões e calculando com precisão.
O ponto chave é que com os KPIs, seu comércio eletrônico terá soluções em mãos para não perder grandes oportunidades.
A verdade é que há uma infinidade de KPIs para o setor varejista, porém, você não precisa utilizar todos eles, já que alguns não fazem sentido para a estratégia do negócio. A seguir vamos destacar os 7 mais utilizados pelos comerciantes virtuais.
Esses três KPI são chamado de zona de impacto, justamente porque seja qual for a complicação que ocorra na sua estratégia, minimamente uma das três métricas abaixo será atingida:
Métrica que indica quantos usuários acessaram o seu comércio eletrônico em um determinado período. Esse número é responsável por limitar a estratégia de atrair os clientes, como anúncios, email marketing, campanhas de mídia.
Além disso, esse indicador mostra por onde esses consumidores estão acessando o seu e-commerce, seja PC, Mobile ou outro aparelho. Essa informação influencia na forma que você oferece usabilidade ao usuário, pensando em UX e UI design.
Indica o percentual de pessoas que visitam sua loja virtual estimando quantas efetivamente fizeram um pedido ou realizaram alguma ação importante para a estratégia do seu produto (como por exemplo um cadastro em formulário).
Pode ser medido conforme a seguinte regra matemática:
Taxa de conversão (%) = (Número de pedidos ou ações realizadas / pelo número de visitantes no site) x 100
Em resumo, esse é um KPI importantíssimo para acompanhar como está o seu funil de vendas, oportunizando ações de marketing, comercial ou qualquer outra área.
A pergunta para entender esse indicador é a seguinte: dos clientes que consumiram algum produto que seu e-commerce oferece, qual foi o valor médio somado investido por eles?
A regra matemática para calcular seu ticket médio é a seguinte:
Ticket médio ($) = Faturamento total / Número de pedidos
Através desse KPI você observa tanto o número de vendas, se o ticket está em um valor ok, elevado ou se a sua loja pode sofrer algum prejuízo.
Esse é um dos dados mais importantes para quem deseja analisar a receita. Esse indicador é criado considerando a quantidade de pedidos feitos ou o valor arrecadado nesse determinado período.
Mas uma dica: gere ambos os dados. Eles vão te ajudar a avaliar desde qual a melhor oferta para o público que sua empresa visa atingir.
Não é porque o sistema marcou uma venda que ela foi faturada. Pode ser que o cartão de crédito do cliente não tenha sido aprovado, um boleto emitido pode não ter sido pago, e outros fatores que influenciaram na finalização da compra.
É por isso que a taxa de aprovação analisará mais profundamente o número real de vendas concluídas, uma condição importante para o e-commerce pensar em aprimorar as condições de pagamento, adicionando prazos mais extensos e opções que beneficiem o consumidor.
Para medir basta fazer a conta abaixo:
Taxa de aprovação de pedidos (%) = (Vendas concluídas / Número de pedidos) x 100
O ROI estima o lucro do seu e-commerce. O cálculo é simples:
ROI (%) = ([Receita – Custo] / Custo) x 100
Você consegue avaliar desde o desempenho da loja de forma geral quanto analisar estratégias e ações mais específicas. Diversas campanhas de marketing aplicam esse indicador quando o foco é a conversão.
O cálculo divide o número total de investimentos gastos em estratégias por clientes adquiridos. De forma lúdica:
CAC ($) = Soma dos investimentos feitos na estratégia / Número de clientes adquiridos.
A função do CAC é estimar qual a média de valor deve ser investido para converter um lead em cliente. Toda estratégia de venda deve ter como propósito a redução do CAC, o que sugere que o comércio virtual está tendo cada vez mais lucro.
Você sabia que para analisar todos esses KPIs de forma integrada você pode contar com a ajuda de plataformas tecnológicas?
Fica mais fácil administrar tanta informação quando ela é centralizada em uma única plataforma, onde todos os dados ficam compartilhados. É o que propõe o IPaaS da FiqOn.
Nele, você integra todos os sistemas que você utiliza no dia a dia do seu e-commerce, desde aqueles direcionados para o relacionamento com o cliente até os de análise de dados, como os KPIs. A nossa parceira Babi Tonhela, especialista em e-commerce, deixou algumas dicas para você entender que essa é a solução que vai solucionar suas dores.
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Saiba porque a automação de sistemas contribue para o tão sonhado crescimento e transforma sua empresa em um empreendimento do futuro.
Nos últimos tempos, as empresas procuram por objetivos comuns: inovar, otimizar o tempo dos colaboradores para realizar tarefas, garantindo mais eficiência e, no fim das contas, lucrar mais.
Mas imagine só ter uma ferramenta na palma de suas mão que aumentará a produtividade da sua empresa ou agilizar uma tarefa que você leva horas para fazer? Essa é o diferencial de um processo tecnológico que te dá um universo de possibilidades: a automação de sistemas.
Nesse artigo você entenderá mais sobre o que é automação de sistemas, quais os benefícios dessas ferramentas e conhecer quais as tarefas que podem ser automatizadas.
Automação de sistemas significa utilizar processos tecnológicos para transformar tarefas repetitivas e realizadas manualmente em automáticas. Mas, se você está pensando que esse processo é para substituir totalmente a atuação humana por máquina, está muito errado, a ideia é usar a automação para simplificar aquela atividade que passa o dia todo realizando.

Que tal dedicar o seu tempo e da sua equipe para pensar mais sobre as questões estratégicas da sua empresa, analisando tarefa por tarefa, setor por setor? A princípio essa pode parecer uma atividade impossível, já que, você também precisa dedicar seu tempo para realização dessas tarefas elencadas, mas é justamente o poder de se dedicar a outras atividades um dos grandes benefícios da automação.
Você consegue organizar muito melhor todos os projetos, nem fica perdido sobre o que está acontecendo na sua empresa. Confira alguns outros benefícios da automação:
Várias funções, tarefas e setores podem ser automatizados. Confira alguns deles:
🚀Marketing: funil de inbound da sua empresa
💸Comercial: com o objetivo de agilizar o processo de vendas do seu negócio.
🤝RH: Tornar ágil a gestão de pessoas
⚙️Industrial: Automatizar a produção no setor industrial
💰Financeiro: Possibilidade de emitir boletos e notas fiscais em poucos passos
📋Gerenciamento de projetos: Centralização de todos os dados em uma única planilha
🗂️Administração: Você dá um basta a criação de planilhas manualmente
🗣️Cs: cadastro e nutrição de seus clientes em poucos cliques
Para começar a automatização de processos é preciso pensar nas seguintes questões:
Faça um levantamento de todas as tarefas que sua equipe desempenha diariamente, detalhando questões como o tempo gasto para realizá-las, quantos colaboradores você precisa delegar para desempenhar aquela função ou até mesmo qual setor precisa estar interligado com outro para funcionar (como no caso de marketing e comercial). É importante listar também aquelas que já estão automatizadas, se este for o caso.
O intuito disso é pensar quais procedimentos que, se fossem realizados automaticamente, fariam com que você melhorasse o fluxo de trabalho da sua empresa e colaboradores e, além disso, entregasse a seu cliente um produto com maior qualidade.
Com todas as informações do primeiro passo elencadas, é hora de pensar em estratégias de integração e automação, detalhando o que vai ser melhorado se você tomar a decisão de automatizar determinada tarefa ou setor.
Com a estratégia toda desenhada, é hora de pôr em prática. Nesse momento você precisa contar com o auxílio de uma plataforma que consiga automatizar exatamente as demandas que você elencou, suprindo as suas necessidades.
Esse software irá conectar todos os setores, armazenando seus dados e permitindo a inclusão de novas informações que podem ser acessadas em tempo real.
Uma boa dica é contar com a plataforma da FiqOn. Somos um IPaaS referência em integração e automação de sistemas. Nosso foco é solucionar o problema de quem perde muito tempo transferindo e analisando dados manualmente, sofre com a falta de comunicação entre sistemas e acaba gastando muito com processos repetitivos.
Por meio de nossas soluções de automação de sistemas e integração, queremos proporcionar uma gestão mais ágil e revolucionária para as empresas.
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Como é a tomada de decisão dentro da sua empresa? Às vezes você fica nervoso por medo de dar errado ou por não ter evidência de que aquele método realmente funciona? E de uma coisa você sabe, decidir por um processo errado pode prejudicar os resultados atuais e futuros do seu negócio.
Tenho certeza que a sua vida seria facilitada se tivesse alguma cultura na empresa voltada para a coleta de dados que comprovasse por meio das informações precisas que as chances de sucesso eram maiores que as de erro. E se eu te contar que esse também é um pensamento sustentado pela cultura data driven? Continue lendo esse artigo para entender mais sobre o termo.
A expressão data driven significa orientado por dados. Uma empresa que adota essa cultura tem como base dados sólidos e evidências para a tomada de decisão. Nesse processo, suposições não são consideradas nem qualquer outra interferência externa, como os gostos do dono da empresa ou opiniões baseadas em achismo.
Todos os dados coletados precisam ser analisados e interpretados, assim é possível ter brainstorms que facilitam o processo decisor em seus projetos. A princípio você pode entender que essa é uma ideia um bem racional, e realmente é. Mas quando a meta do seu negócio é aumentar a produtividade e receita, essa cultura é a sua melhor opção.
Como qualquer implementação nova no negócio, construir uma cultura data driven não é da noite para o dia, leva tempo. Mas você precisa entender que duas coisas são fundamentais: uma boa ferramenta para lidar com esses dados e o pensamento alinhado entre todos os decisores, gestores e colaboradores.
Imagina essa situação, você é programador em uma empresa de softwares e sistemas e precisa informar ao seu chefe que o sistema parará de funcionar com maestria se ele investir um pouco mais em servidores. Isso ocorrerá porque muitas pessoas acessam o sistema que vocês criaram e ele cai com muita frequência.
Se essa conversa não foi sustentada com dados a respeito do número de acessos, qual o limite que a máquina suporta e outras questões, fica difícil dialogar com seu chefe e comprovar que o investimento melhora essas questões. Com todos os dados organizados, não haverá espaço para questionamentos e a decisão de investir em mais servidores será mais rápida.
Um estudo da IBM (International Business Machines Corporation) uma empresa voltada para a área tecnológica revelou que 90% dos dados que existem hoje foram gerados nos últimos 2 anos. Graças a essa evolução, a análise desses dados se tornou uma necessidade também para o mundo dos negócios. Se tornou possível identificar erros, falhas, melhorias, dados de progresso, criando um relatório completo do funcionamento do seu negócio.
Muitas empresas já perceberam o potencial dos dados e começaram a transformar investindo em tecnologia, contratando profissionais especializados em Data Engineering e Data Science, para implantação do Data Driven.
Um estudo de Oliver Wyman ainda determinou que uma empresa conduzida por dados experiência:
A maior preocupação das corporações é ser uma empresa destaque em diversas áreas, incluindo a tecnológica. É nesse momento que a metodologia Data Driven pode ser inserida para alavancar o seu negócio e te trazer uma série de benefícios, dentre eles:
Se você também quer ser uma empresa de destaque, precisa investir no Data Driven.

Quantas vezes você já ouviu que a internet era uma terra sem lei? Onde todos poderiam falar o que quisessem, pegar qualquer dado sem mesmo consultar as pessoas se poderiam. Esse cenário de descontrole gerou inúmeras preocupações sobre privacidade e segurança.
Hoje em dia, as pessoas perceberam que proteger seus dados no ambiente virtual é cada vez mais importante, até mesmo para evitar fraudes e garantir que suas informações pessoais não sejam usadas de maneira inadequada.
Com o avanço da tecnologia e o aumento da presença online, a quantidade de dados gerados e compartilhados cresceu exponencialmente, tornando a proteção desses dados uma prioridade.
Essa realidade foi mudada com a criação de uma lei que prevê mudanças na coleta e uso desses dados. A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) surgiu como uma resposta necessária às preocupações crescentes sobre privacidade e segurança de dados no Brasil.

A sigla significa Lei Geral de Proteção de Dados e foi sancionada no ano de 2018. Essa foi uma grande mudança tanto para a proteção quanto o uso dos chamados dados pessoais e sensíveis. A LGPD foi inspirada na GDPR (General Data Protection Regulation) da União Europeia, refletindo uma tendência global de regulamentação da privacidade de dados.
Ao todo essa lei conta com 10 artigos e 65 capítulos ditando como as empresas devem lidar com os dados pessoais de seus clientes e possíveis compradores. Seja no setor público ou até mesmo privado.
A LGPD não apenas protege os dados, mas também traz benefícios significativos para as empresas, como a construção de uma relação de confiança com seus clientes. Quando os consumidores sabem que suas informações estão seguras, eles se sentem mais confortáveis em compartilhá-las.
Para que não haja falha na interpretação para que empresas com más intenções quisessem manipular essas informações, houve uma definição mais especializada do que seriam dados pessoais e dados sensíveis. Confira abaixo:
A LGPD define como dados pessoais todos os que levam a um caminho de identificação de uma pessoa. Não se deve contar apenas nessa questão os documentos pessoais ou informações como nome e endereço, mas todos os dados que podem fazer com que o indivíduo seja identificado.
Para isso, foram definidos como dados pessoas os seguintes itens:
Já os dados sensíveis são aqueles que devem ser olhados com mais atenção e são passíveis de preconceito e discriminação. Dentre eles estão:
Após a regulamentação da LGPD, a coleta de informações fica muito mais segura. As empresas do meio digital devem solicitar a autorização dos consumidores tanto para a coleta dos dados quanto sua utilização. Esses dados inclusive não podem ser compartilhados com empresas terceiras sem autorização.
Essa lei efetivamente organizou um local que antes não tinha regras específicas e claras. Agora os usuários ficam mais atentos ao que revelam nas redes e se sentem mais protegidos.
Em caso de vazamento de dados, as organizações serão penalizadas legalmente. A pena é de acordo com a gravidade da situação, começando por uma advertência até multa com valor de até 2% do faturamento da empresa. Além disso, a empresa pode ser bloqueada de coletar dados.
Deu para entender o que é a Lei Geral de Proteção de Dados?


Muitas empresas utilizam o propósito da missão, visão e valores para mostrar não só como é a atuação interna da empresa, mas também como ela se posiciona no mercado e qual o caminho traçado para que suas metas sejam alcançadas.
Em muitos casos os adjetivos empregados são agilidade, compromisso com o cliente, disponibilidade para solucionar desafios, mas um dos valores que também deve ser destacado, principalmente pelas empresas que lidam diariamente com tecnologia é a resiliência.
A resiliência é a capacidade do indivíduo, ou no caso das empresas, em se adaptar a uma nova realidade e ainda mais, se por alguma razão tenha sofrido algum dano, conseguir retornar a sua forma original.
Mas imagino que você esteja se perguntando o que a resiliência tem a ver com o Business Agility? Então continue lendo para entender.
Basicamente, o Business Agility, traduzido para o português como de agilidade de negócios, diz respeito à capacidade dos negócios de se adaptarem às transformações promovidas pela tecnologia, e acompanhar essa evolução. O termo surgiu efetivamente no cotidiano de empresas de softwares e serviços, setores que lidam com esses desafios cotidianamente.
Imaginemos que a sua empresa trabalha em um setor que produz smartphones, mas surgiu um concorrente no mercado que produz um celular que disputa com o seu produto em um único quesito: duração de bateria, e essa é uma necessidade atual no cenário dos consumidores.
Você deve desistir do seu produto e deixar o concorrente te ultrapassar ou acompanhar a tecnologia e surpreender com as melhorias e opções inovadoras? Aposto que, se sua empresa seguir a filosofia do business agility, escolheria com toda a certeza a segunda opção.
O conceito voltará a atenção dos empresários para a necessidade de estruturar uma empresa mais ágil, com objetivos alcançados com mais flexibilidade, acabando com tempo ocioso, procrastinação ou improdutividade. A pandemia foi um momento que precisou que muitas empresas adaptassem seu modelo de trabalho para sobreviver no mercado, muitos negócios acabaram, já aqueles estruturados nesse modelo conseguiram modernizar seus processos frente aos desafios do período.
Você já deve ter entendido que a flexibilidade na gestão da sua empresa é uma necessidade atual, que só vai aumentar com o passar dos anos. É assim que se destacam as empresas ágeis e obcecadas pelas necessidades reais dos seus clientes, propondo soluções também rápidas.
✅ Operação mais flexível: a sua empresa não terá um método fixo, como as demais empresas. Todos os meses será necessário adaptar o modelo de trabalho conforme a necessidade do mercado, nesse caso é necessário também que seus funcionários tenham esse feet cultural e consigam lidar com tantas mudanças ocorrendo em um curto período.
✅ Organização dos processos com agilidade: o método, por outro lado, permite que seus processos sejam organizados com mais agilidade. Como você sempre vai precisar estruturá-lo, eles sempre vão estar organizados e isso traz mais agilidade para os seus processos. Para organizá-los de forma eficaz são recomendadas as plataformas de integração, que permitem que você conecte todos os sistemas que utiliza no dia a dia da sua empresa, dessa forma vai ser mais fácil condensar todos os dados em um único local, assim como visualizá-los em uma única tela.
✅ Destaque no mercado: se tem algo que o mercado tem nos mostrado diariamente é a necessidade de inovações que proporcionam soluções ágeis. Cada dia mais o consumidor exige a solução de suas demandas imediatamente, e, os negócios que conseguem oferecer esse tipo de serviço acabam sendo destaque no mercado. Os empreendimentos que optam por uma gestão baseada no Business Agility tem se destacado no mercado nessa questão.
Agora que você entendeu o que é o Business Agility, que tal descobrir como a FiqOn pode colaborar na implementação desse método na sua empresa? A seguir deixamos a indicação de um artigo, ali você vai entender quais os benefícios que a nossa plataforma pode te proporcionar.

Em 2020 todos os setores foram impactados pela pandemia mundial. Muitas empresas tiveram inclusive que adaptar sua estrutura de trabalho, aderindo o modelo home office por conta da necessidade de permanecer em casa.
Diversos empreendimentos adotaram a introdução de softwares e sistemas que conectam as pessoas e os sistemas mesmo a distância e continuariam trazendo a produtividade da rotina presencial.
Por essa razão, embora houvesse prejuízos em outros setores da economia, os investimentos em software e serviços tiveram crescimento. Foi nesse momento que o Brasil recuperou sua posição de 9º lugar na posição mundial de TI, representando 2,1% do mercado mundial e 44% na América Latina.
Dados do estudo “Mercado Brasileiro de Software: panorama e tendências” da Associação Brasileira das Empresas de Software ainda mostraram que no segmento Tecnologia da Informação, diferente dos dados de anos anteriores, o setor de software cresceu mais do que serviços.
Muitas empresas brasileiras, de pequeno a grande porte, estão entendendo o quanto a automação de sistemas é uma necessidade, por isso, estão investindo cada vez mais nos IPaaS.
Você provavelmente já notou que há várias ferramentas criadas para solucionar problemas, seja um chat para diálogo com cliente, um sistema de envio de email marketing, ou qualquer outra função.
Cada uma delas auxilia a empresa em uma demanda, mas muitas vezes agem isoladamente. O IPaaS então se trata de uma plataforma como solução para a comunicação desses sistemas, facilitando o trabalho porque todas as ações agora podem ser automatizadas sem precisar perder tempo transferindo dados de um lugar para outro.
Mais do que conectar os sistemas que a sua empresa utiliza no dia a dia, essa tecnologia é capaz de tornar elevar o nível tecnológico do seu negócio.
Várias consultorias preveem ainda mais crescimento no setor, como é o caso da Gartner. O IPaaS deve atingir um valor de US $500 milhões na América Latina até 2022, tendo o Brasil como destaque.
A transformação digital é uma pauta atual nas empresas que têm a necessidade de aumentar a produtividade. Essa questão motivou que as soluções do mercado de integrações ocupem as tendências do país.

A Black Friday é uma tradição criada nos Estados Unidos. A ideia era lançar uma data exclusiva para compras, logo após um feriado muito comemorado no país, a ação de graças. Foi consolidada a friday (traduzida para sexta-feira, em português). Nessa época, comércios de diversos segmentos disponibilizam descontos em seus produtos com o intuito de motivar o consumo.
No Brasil essa tradição tomou importância nos últimos 10 anos, sendo o e-commerce o principal foco dos consumidores. As empresas ainda no início do mês já passam a lançar campanhas de aquecimento e promoções diárias que muitas vezes terminam somente no fim de novembro, muitas pessoas antecipam inclusive as compras de natal. A movimentação nos comércios, físicos ou virtuais, é gigantesca e por isso as lojas precisam estar preparadas para esse momento.
Esse ano a Black acontecerá na sexta-feira, dia 25 de novembro.
Muitos especialistas seguem divulgando suas expectativas para a Black deste ano. Todas muito positivas.
Uma pesquisa do Google em parceria com o Instituto Ipsos apontou que 71% dos brasileiros pretendem comprar na Black Friday em 2022. Destes, 46% afirmaram que vão gastar mais do que no ano passado.
E ainda, a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico fez uma pesquisa mostrando que neste ano as vendas devem ter um aumento de 3,5% em relação a 2021. Só o setor e-commerce movimentou mais de R$ 6 bilhões.
Já deu para entender que se há previsão de aumento de vendas, será extremamente importante que você tenha um planejamento de estratégias em seu comércio virtual durante a Black Friday.
Preparamos algumas dicas para que as oportunidades de vendas sejam bem aproveitadas, por isso é essencial ter uma estruturação. Se a sua empresa conta com um bom time de marketing, vocês já estão à frente do mercado nesse sentido. Essa equipe será responsável por entender as demandas trazidas pelo time comercial e propor estratégias que visam aumentar o faturamento do seu negócio.
Como queremos que a sua empresa se destaque nesse sentido, o time de marketing da FiqOn pensou em 5 dicas que vão ajudar a sua empresa a se preparar para a Black Friday. Confira:
Já sabemos que a Black Friday é uma data que aumentará as vendas das empresas, mas será que esse é o único objetivo do seu negócio? Muitas vezes você quer também aumentar o público, divulgar a sua marca, mostrar de forma mais clara o seu posicionamento no mercado. Todos esses objetivos devem ser traçados no pré-lançamento da sua campanha, assim fica mais fácil construir um caminho guiado para alcançar essas metas.
Quando vamos a alguma loja e somos bem atendidos faz toda a diferença para a nossa decisão de retornar para aquele local quando surgiu outra demanda de compra, isso transforma a experiência de compra do consumidor. Por isso, prepare-se para que, mesmo que os clientes apareçam em massa, eles sejam muito bem atendidos.
É importante dizer que tudo é passível de erro, nesse caso, promover um treinamento identificando falhas e propondo melhorias para cada uma delas deve facilitar ainda mais o processo.
Assim como, investir em ferramentas práticas, como CRMs e ERPs, deve ser uma prática adotada também na sua empresa.
Aqui é questão de bom-senso. Os consumidores esperam o ano todo para a Black, de nada adianta se as promoções oferecidas forem fraudulentas, além de perder a credibilidade a sua empresa pode responder por um ato criminoso.
Se for para participar da Black Friday, ofereça realmente promoções e descontos para o seu cliente, mas considere a sua realidade — não pense em dar descontos de 80%, 90% se isso pode prejudicar o seu retorno financeiro.
Para o bom funcionamento do seu e-commerce é mais que necessário ter vários sistemas, por exemplo, é importante ter um para receber o pedido, outro para enviar, além de chats e aplicativos de atendimento ao cliente. Imagina lidar com tudo isso ao mesmo tempo, manualmente em um período com consumo em massa como a Black Friday? É muito desgaste físico e mental, e sua empresa está propensa a falhas.
É nesse momento que a integração de sistemas salva a vida de muitos negócios. As plataformas que integram, como a FiqOn, buscam facilitar a comunicação entre os sistemas que você utiliza.
Todos os dados vão estar centralizados em uma única tela. Ali fica fácil controlar as etapas do seu e-commerce, e se houve alguma falha, corrigir com agilidade.
O pós-compra também contribui com a satisfação do seu cliente.
Nessa etapa vale usar a criatividade: pense em brindes que os seus clientes gostariam de receber, nutra as plataformas de comunicação com promoções e descontos surpresas, ofereça cupons. Todas essas ações fazem com que o consumidor queira voltar para o seu e-commerce e, além disso, vocês mantêm um bom relacionamento.

A API é um dos termos que não sai da mente dos desenvolvedores web, afinal ela é uma grande aliada na jornada rumo a facilitar a comunicação entre sistemas. Mas se você é aquela pessoa que não entende muito sobre o assunto, mas tem curiosidade de aprender, esse texto foi feito para você.
Como esse é um tema muito técnico, facilitaremos o seu entendimento fazendo uma analogia simples é fácil de compreender. Continue lendo esse texto para entender mais sobre o assunto.

A sigla API se refere a Application Programming Interface que, traduzida para o português, significa uma interface de programação de aplicação. Basicamente um conjunto de padrões e protocolos codificados criados por um software ou sistema web que possibilita a comunicação entre plataformas.
É utilizando-as que os desenvolvedores criam novos softwares e aplicativos que tem como objetivo se comunicar com as plataformas. Quando esse profissional quer criar um site, ele pode criar regras de funcionalidades por meio da API. Ainda assim ficou confuso? Então, vamos traduzir.
E que tal comparar a API com um garçom?

Você entra em um restaurante de comida com a intenção de matar sua fome. Chegando lá encontra o menu repleto de opções, escolhe um prato e chama o garçom para fazer o seu pedido, o garçom é a sua API.
Ele anota seu pedido e manda para a cozinha, onde o alimento é preparado, no fim esse garçom traz o prato finalizado para que você consuma. Não sabemos qual receita foi seguida, quais os temperos utilizados, só sabemos que a comida chegou até nós. Esse também é o trabalho da API. Ao receber o pedido, ela encaminha para o sistema responsável e devolve o que foi pedido.
Muitas empresas adotam-na estrategicamente em seus segmentos. O motivo é sua capacidade de conectar funcionalidades e agilizar os sistemas. Ela facilita e simplifica o trabalho dos desenvolvedores, além de ser uma plataforma 100% segura, capaz de bloquear acessos e permissões que algumas aplicações não permitem.
Existem quatro tipos de, como listadas abaixo:
São os tipos que estão disponíveis para outros usuários ou programadores utilizarem com restrições mínimas. Em algumas situações é totalmente acessível.
São aquelas ocultadas dos usuários externos. Apenas os sistemas internos das organizações têm acesso, geralmente elas são utilizadas para o desenvolvimento da organização, com serviços voltados para produtividade e otimização.
Aquelas expostas somente entre membros de um acordo comercial. É preciso de uma autorização especial para acesso.
São aquelas que usam diferentes dados ou APIs de serviços.
Agora aposto que você entendeu tudo sobre API. Se gostou deste conteúdo, não esqueça de acompanhar as redes sociais da FiqOn para ver mais conteúdos como esse.
